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“Adoração é
um momento de verdade íntima, pessoal e coletiva, um mosaico
de sentimentos, posturas e atitudes. Lembra o bem estar que sente
a criança nos braços de sua mãe. É a contemplação
de Deus, na beleza de sua santidade; admiração e respeito
da criatura diante do criador; quietude contemplativa, diante do seu
mistério; é a celebração da vida; é
voltar ao “Jardim” e novamente se visto como santuário
de Deus.”
Rubens Amorese – Louvor,
Adoração e Liturgia – Ed. Ultimato
A crise existencial do homem limita
sua Adoração a Deus em ações entendidas
como espirituais: Sendo assim, uns entendem que adorar é cantar
uma música, outro que é orar, outro dançar, outro
evangelizar, outro pular, enfim ... . Adoração não
é um conjunto de ações momentâneas e religiosamente
julgadas como tal, mas sim é uma vida inspirada naquele que
a originou.
A natureza caída dos seres humanos transforma a Adoração
em algo realizado segundo as expectativas humanas. Por isso muitos
de nós tentamos oferecer uma adoração a Deus
segundo nosso conceito de perfeição, quando na verdade
o modelo perfeito de adoração é uma comunhão
com Deus dia-a-dia .
O ministério de louvor da igreja realiza um dos prismas da
Adoração que é trazer a cultura dos céus
a Terra através das artes. Mas Adoração não
se restringe apenas à manifestação das artes,
na verdade é a vida humana inspirada em Deus, manifesta na
alma, mas originada no espírito humano regenerado e conectado
com Deus.
Adoração verdadeira é voltar-se para Deus, restaurando
a comunhão rompida pelo pecado que nos afasta de Deus. Isto
só acontece quando aceitamos a Jesus e decidimos viver a vida
que ele nos propõe.
Marines de Abreu
Azevedo
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